Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Património natural e arqueológico foi o tema do dia


Apesar do ar frio da manhã, reuniram-se 14 voluntários no Monte Padrão, Santo Tirso, no sábado passado, para celebrar o Dia Internacional do Fascínio das Plantas e o Dia Internacional dos Museus e da Conservação. Numa das áreas plantadas há duas épocas atrás fizemos a manutenção das caldeiras das árvores. Esta tarefa vai ser seguida nos próximos dias pelos sapadores florestais que irão cortar a vegetação em redor deixando-a uma altura que não abafe, mas proteja as pequenas árvores.
Por volta das 11h30, voltamos para o Centro Interpretativo de Monte Padrão onde pudemos reestabelecer as forças com um lanche delicioso.
De seguida, o Dr. António Manuel Silva, arqueólogo, docente do ensino superior e coordenador de projetos de investigação e levantamento de cartas arqueológicas, abordou o tema “como da arqueologia se faz património”, nomeadamente o papel dos município, a importância das cartas arqueológicas na proteção e estudo do património, a necessidade fundamental de disseminar os resultados de estudos e criar verdadeiros espaços de divulgação da história.

Obrigada a tod@s! Veja as FOTOS

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Câmara Municipal de Santo Tirso e a ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave e pela equipa de Sapadores Florestais de Santo Tirso. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum. Esta atividade estava incluída no programa do Dia Internacional do Fascínio das Plantas.

Voluntários monitorizam Serra de Santa Iria



Como definido em dezembro passado, voltamos à Serra de Santa Iria, Gondomar, para monitorizar as árvores plantadas nas faixas de gestão de combustível nas duas últimas épocas. Para esta tarefa, tivemos a imprescindível ajuda de jovens formandos da organização Margem e seus formadores, bem como de voluntários do Banco Local de Voluntariado de Gondomar.
A ação decorreu durante a manhã do dia 16 de maio. Começamos por dar a conhecer o projeto e depois passamos à ação. Os intervenientes (27 ao todo) registaram a sobrevivência ou não das espécies Acer monspessulanum (zelha) e Quercus robur (carvalho-alvarinho) que estavam assinaladas com estacas vermelhas. Não foi possível concluir a análise de toda área plantada nessa manhã, mas quando finalizarmos a observação vai ser possível determinar a taxa de sobrevivência das árvores. Durante a ação, identificamos também a necessidade de assinalar com maior destaque a localização das árvores para evitar que durante a limpeza florestal não sejam cobertas pelos sobrantes dos cortes. Uma excelente notícia foi ver nas faixas inúmeras árvores nativas de germinação natural. Houve tempo também para captar algumas imagens das flores que “pintam” a serra. :)

Obrigada a tod@s! Veja as FOTOS

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Câmara Municipal de Gondomar - Divisão Qualidade Vida e Saúde Ambiental e a Portucalea. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum. Esta atividade estava incluída no programa do Dia Internacional do Fascínio das Plantas.

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Curso de colheita e processamento de sementes florestais

As árvores nativas que plantamos aqui na região são propagadas por sementes recolhidas na natureza, em muitos casos por voluntários, que são entregues nos viveiros do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ao abrigo do Floresta Comum).

No FUTURO – projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto gostaríamos de incentivar uma maior participação de voluntários na fase de recolha de sementes, sendo que para tal precisamos de mais pessoas acreditadas para recolher as ditas.

Por isso vimos convidá-l@ a participar no curso levado a cabo pelo Floresta Comum em parceria com a UTAD: Curso de colheita e processamento de sementes florestais.

É gratuito. A organização assegura alojamento para os inscritos na Pousada da Juventude de Alijó (em regime de camaratas). Para qualquer dúvida ou inscrição por favor entre em contacto connosco através de porto.cre@gmail.com

A Soraia plantou um azereiro porque se precupa com a resiliência das cidades às alterações climáticas


Espreite porque é que a Soraia plantou um azereiro, aqui. Obrigada pelo testemunho!
Este filme promovido pelo CRE.Porto e produzido por uma equipa de alunos da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa  faz parte da série 'Plantamos árvores, partilhamos testemunhos' na qual convidamos vários voluntários do FUTURO - projeto das 100.000 árvores nativas na Área Metropolitana do Porto a partilhar alguns dos benefícios que estas árvores trarão para tod@s nós.
Making of

Dia 14 de junho é o dia em que um político nos vem falar sobre árvores...

Neste final de tarde o Prof. António Bagão Félix, economista, ex-ministro das finanças e conselheiro de Estado, traz-nos a sua outra faceta, a de profundo admirador e conhecedor das árvores, que faz questão de dizer que ‘nos trazem riqueza sem ostentação e beleza sem artificialismo’. Em particular irá falar-nos da importância das árvores em diversas religiões, bem como nos apresentará o seu último livro - Trinta árvores em discurso directo (Sextante Editora). Neste, o Prof. António Bagão Félix dá voz a 30 árvores por ordem alfabética. Começa na alfarrobeira e termina no ulmeiro. Um alfabeto que não vamos querer perder.

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto e pela UDIP – Unidade de Desenvolvimento Integral da Pessoa, da Universidade Católica Portuguesa.

Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Um sábado no jardim...


No sábado passado a Campo Aberto organizou uma visita ao Jardim Botânico do Porto, com o Prof. Rubim Almeida. Como nos pareceu uma excelente oportunidade para aprender mais sobre árvores incluimos a atividade no programa do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. A manhã foi muito amena e não aprendemos sobre árvores. Aprendemos muito! Nesta imagem estamos todos à volta de uma planta do chá... FOTOS

O Artur Branco plantou um salgueiro porque se preocupa com a qualidade da água...

Espreite porque é que o Artur plantou um salgueiro, aqui. Obrigada pelo testemunho!
Este filme promovido pelo CRE.Porto e produzido por uma equipa de alunos da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa  faz parte da série 'Plantamos árvores, partilhamos testemunhos' na qual convidamos vários voluntários do FUTURO - projeto das 100.000 árvores nativas na Área Metropolitana do Porto a partilhar alguns dos benefícios que estas árvores trarão para tod@s nós.
Making of