segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Recolha de sementes no Parque de Serralves

ATUALIZAÇÃO: INSCRIÇÕES FECHADAS por termos atingido o número máximo de pessoas para esta atividade. Obrigada pelo seu interesse! Se quer participar no projeto espreite a nossa AGENDA.

Ainda não concluímos o calendário de atividades para este outono/inverno mas já temos uma primeira atividade para propor: uma recolha de sementes de carvalho-alvarinho (Quercus robur) e de pilriteiro (Crataegus monogyna) no Parque de Serralves, no dia 22 de setembro (10h00-13h00). Vamos ser recebidos pelo diretor do Parque - João Almeida - que nos guiará até às árvores mais antigas, já presentes na altura do Conde de Vizela, em torno das quais faremos a recolha das sementes (de modo a garantir que estas têm património genético nacional). As sementes recolhidas serão entregues aos viveiros do estado para tratamento e germinação. Esperamos plantar as pequenas árvores resultantes daqui a um ou dois anos.
Esta atividade é desenvolvida pelo Cre.Porto em colaboração com a Fundação de Serralves e com a Quercus/Condomínio da Terra.

Atividade livre mas de inscrição obrigatória. FICHA DE INSCRIÇÃO.

Depois de se inscrever e até 24 horas antes da ação receberá um e-mail com os dados precisos para o dia da atividade na qual se inscreveu (coordenadas geográficas do local de encontro e outras sugestões práticas).

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

As nossas árvores são lutadoras

Os resultados preliminares do estudo da taxa de sobrevivência das árvores que plantamos em outubro passado em Monte Padrão (Santo Tirso) mostram que nessa área os piriteiros (Crataegus monogyna) são os mais resistentes, com 60% de sobreviventes após o verão. Seguem-se as aveleiras (Corylus avellana), com 58% e os carvalhos-alvarinho (Quercus robur) com 54%.O estudo foi efetuado com a colaboração dos novos alunos da Escola Superior de Biotecnologia.
Em outubro é tempo de voltarmos ao campo para substituir as perdas! Até breve.

EDP-Gás candidata-se a empresa Curadora da Floresta

A EDP-Gás continua a apoiar o nosso projeto e incentivou os seus colaboradores a participarem nas atividades do projecto das 100.000 árvores. Desse modo, a empresa espera que os seus colaboradores sejam Curadores da Floresta e que a EDP-Gás possa igualmente receber esse certificado. De acordo com os próprios colaboradores a meta de somarem entre todos 400 horas de voluntariado num ano é perfeitamente atingível.Obrigada à EDP-Gás pela energia positiva :)

Projeto das 100.000 árvores ganha parceiro 0%

A Roda Livre é um dos nossos mais recentes parceiros no projeto das 100.000 árvores. Esta é uma empresa de "amigos do ambiente e apaixonados por bicicletas" com 0% de emissões de carbono. A Roda Livre faz chegar encomendas a todo lado (Porto e áreas próximas), sejam eles documentos, livros ou pequenas embalagens, sempre em bicicleta. Aqui no Cre.Porto já testamos e funciona: muito profissionalismo e rapidez na entrega :)
A partir desta época, a Roda Livre junta-se ao projeto das 100.000 árvores nas plantações e na divulgação. Obrigada!


 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Alunos da Católica colaboram no estudo da taxa de sobrevivência das árvores plantadas em Santo Tirso

No dia 7 de setembro cerca de meia centena de alunos da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Universidade Católica Portuguesa participaram numa atividade em Monte Padrão, Santo Tirso, com o objetivo de estudar a taxa de sobrevivência das quatro espécies plantadas numa das parcelas do projeto das 100.000 árvores. Em breve partilharemos aqui os resultados preliminares desta análise.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Plantar, plantar, plantar – um ato de protesto contra a insustentabilidade


Álvaro de Campos dizia que temos “que atirar uma bomba ao destino”. E o que nos é vaticinado não é promissor: debilidade económica, alterações climáticas, perda de biodiversidade, erosão democrática… Plantar árvores e cuidar dos nossos bosques nativos é uma das poucas coisas que podemos fazer para contrariar esta onda de insustentabilidade: é portanto uma bomba verde que atiramos ao destino.

Este é o tema que o CRE.Porto lançou para um dos debates à mesa do café na GLOCAL 2012 - Pensar Global, Agir Local (que decorre em 11 e 12 de outubro no Centro de Interpretação Ambiental da Serra da Estrela, Seia). 

Nesta conversa vamos juntar várias pessoas envolvidas em projetos de plantação de árvores e valorização dos bosques para partilhar e debater as metodologias de trabalho e as oportunidades que as medidas de restauro de ecossistemas florestais abrem para transitarmos para uma sociedade mais sustentável: com mais emprego e justiça social, com melhor ambiente, colaboração e cidadania.

Paulo Magalhães, da Quercus, explica-nos o projeto Floresta Comum no contexto do Condomínio da Terra; Marta Pinto, do CRE.Porto aborda como é possível envolver dezenas de entidades e milhares de pessoas numa meta comum – plantar 100.000 árvores nativas na Área Metropolitana do Porto; Miguel Teles representa o Movimento Plantar uma Árvore, um grupo de cidadãos que decidiu começar a plantar árvores e Bernardo e Teresa Markovsky partilham a experiência do Movimento Terra Queimada e, literalmente, vão explicar-nos como fazer as tais bombas verdes :)

O nosso ponto de partida é claro: num mundo saturado de consumo, de dióxido de carbono e de pessimismo, plantar árvores é o melhor ato de protesto positivo.

Prepare-se: estamos a preparar as próximas atividades!

A partir de setembro de 2012 recomeçamos as atividades de criação de bosques. Vamos centrar-nos na manutenção das áreas já plantadas, na recolha de sementes e na criação de novos bosques em zonas ribeirinhas, parques e montes da área metropolitana do Porto. O nosso objetivo para a época 2012/13 é plantar 22.000 árvores nativas.
Estamos também a preparar um novo roteiro de formação (Embaixadores da Floresta).

Para receber os convites para as ofertas de formação e atividades inscreva-se aqui.
Para conhecer de que forma pode participar no projeto consulte.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Advice from a tree: be content with your natural beauty

Pilriteiro (Crataegus monogyna) plantado em outubro de 2011 em Monte Padrão (Santo Tirso). Foto do dia 19 de maio de 2012

Advice from a tree: stand tall and proud

Carvalho-alvarinho (Quercus robur) plantado em outubro de 2011 em Monte Padrão (Santo Tirso). Foto do dia 19 de maio de 2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Afinal não era preciso...

Afinal não era preciso termos estado preocupados com a sobrevivência das pequenas árvores que plantamos entre outubro 2011 e fevereiro 2012. Elas são frágeis mas determinadas!

A taxa de sobrevivência da plantação na área do Corredor Ecológico de Valongo parece ser superior a 90%. Se a esta taxa juntarmos a de regeneração natural, o balanço é superior a 100%. Chegamos a esta conclusão no sábado passado, quando voltamos ao campo para fazer algumas atividades de cuidado das árvores.

A manhã não começou cedo, mas quando pegamos efetivamente nos sachinhos, sacholas, ancinhos, tesouras de poda ninguém nos parou, ou quase... :)

As gramíneas e fetos estavam altos, quase cobriam as árvores plantadas - azevinhos, carvalhos, castanheiros, medronheiros, pilriteiros, freixos, etc. - e outras tantas que surgiram espontaneamente por regeneração natural, principalmente pinheiros e carvalhos. Perante este cenário, os 23 voluntários arregaçaram mangas, pegaram nas ferramentas e começaram a desbravar, a abrir caldeiras, a eliminar alguns dos novos rebentamentos dos eucaliptos que tinham sido cortados na área.... deixamos ficar as árvores mais livres para crescer e definitivamente mais mimadas :)


Obrigad@ a tod@s!

Podem ver algumas das imagens da atividade aqui