Ao entrar na escola sentimo-nos como se estivéssemos a entrar dentro de uma pequena floresta, onde não faltavam imponentes pinheiros bravos (Pinus pinaster), bordos (Acer pseudoplatanus), várias espécies de acers, olaias (Cercis siliquastrum), entre muitas outras espécies. Ao falarmos do desenvolvimento das cidades como uma das ameaças às florestas, um dos alunos do 2º ciclo respondeu: “Quando construíram esta escola, tiveram que cortar o mato e as árvores, e isso foi mau, mas depois, deixaram as árvores voltar a crescer e agora já não se nota tanto a presença da escola. Se nas cidades se fizesse sempre isso podíamos ter sempre árvores e florestas perto de nós”. Este foi sem dúvida um dos comentários que melhor resumiu a história e a paisagem desta escola. “A floresta também é importante para nos sentirmos bem, sermos mais felizes e aprendermos mais sobre plantas e animais” acrescentou a Ana Maria. Talvez pela grande riqueza de espécies dentro da escola e pelos trabalhos feitos com os professores, a identificação de algumas espécies nativas foi uma tarefa fácil. No final da sessão, no “Parque das Carvalhas” que se encontra mesmo em frente à escola, pudemos contemplar e fotografar um exemplar lindíssimo de carvalho alvarinho (Quercus robur) centenário, que mereceu o nosso abraço! FOTOS
Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
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