Ao longo do dia os participantes conheceram os impactos negativos que estas plantas têm sobre os sistemas ecológicos e sob a nossa economia e apreenderam a distinguir as principais plantas invasoras da região, como a austrália (Acacia melanoxylon), mimosa (Acacia dealbata), acácia-de-espigas (Acacia longifolia), espanta-lobos (Ailanthus altissima), tintureira (Phytolacca americana), robínia (Robinia pseudoacacia) e penachos (Cortaderia selloana).
A Doutora Elizabete Marchante, investigadora e docente do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, orientou os trabalhos que incluiu uma sessão de trabalho no Parque do Rio ÚL onde diversas plantas invasoras foram identificadas (penachos, austrálias, mimosas, etc.) e onde os participantes implementaram o método de controlo por “descasque” num núcleo de austrálias. Para que este método seja eficaz estas árvores não deverão ser cortadas até morrerem de pé, para que não se estimule a rebentação de mais austrálias por raiz ou por germinação. Aguardamos os resultados.
Obrigada a todos!
FOTOS Créditos das fotografias: ©2015CRE.Porto
Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto, Universidade Católica Portuguesa e Área Metropolitana do Porto, em colaboração com a Câmara Municipal de S. João da Madeira, a Escola Superior Agrária de Coimbra / Instituto Politécnico de Coimbra e o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra. É cofinanciada pelo ON.2.
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