segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Charco pronto a habitar

A chuva ameaçou “estragar” a manhã de trabalho na Sardoeira, no sábado passado (28 de setembro), mas os 12 voluntários (quase) nem deram por ela. ;) Munidos de impermeáveis, galochas e determinação continuaram o trabalho de construção do charco, iniciado no passado mês de junho. Ao fim de três horas e meia, o charco estava concluído, a tela impermeável revestida com pedras e areia e alguns abrigos criados para os futuros “inquilinos” do charco. Duas espécies de plantas, Alisma (Alisma plantago-aquatica) e Hortelã-de-agua (Mentha aquática), foram também plantadas no charco.

Anfíbios, repteis e afins, estão convidados a conhecerem o novo condomínio da Quinta da Sardoeira, Trofa! :)

Obrigada a tod@s! Veja aqui as FOTOS

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Optimus, a Campanha “Charcos com Vida (CIBIO), a Câmara Municipal da Trofa e a ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Detalhes para a ação na Sardoeira, Trofa

Já se inscreveu nesta ação? Se ainda não se inscreveu faça-o aqui.

Data da ação | 28 de setembro 2013
Horário da ação | 10h00-13h00
Hora e local de encontro | 9h45 | Quinta da Sardoeira, Covelas, Trofa
Coordenadas geográficas | 41°18'19.46"N 8°33'28.15"O | Google Mapas 41.305406 -8.557819 (Rua Sardoeira)
Descrição da atividade | Construção de um charco
Recomendações especiais para os voluntários | Calçado adequado (galochas, por ex.) e vestuário confortável e adaptado às condições climatéricas (impermeável, por ex.); luvas; água e lanche (se entenderem).

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Optimus, a Campanha Charcos com Vida (CIBIO), a Câmara Municipal da Trofa e a ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Monitorização em curso nas áreas do FUTURO - projeto das 100.000 árvores

A nossa Equipa de Monitorização 'residente' já está escolhida e no campo desde ontem. Nesta imagem estão a ultimar connosco os preparativos para os 10 intensivos dias de trabalho que os esperam.
A equipa é constituída por três elementos que, em alguns dias auxiliados por outros voluntários do FUTURO - projeto das 100.000 árvores, vão percorrer as nossas áreas de intervenção para avaliar o estado das árvores em cada local.
Ontem estiveram em Vila do Conde, hoje no Porto e Matosinhos. Em breve daremos conta dos resultados.   

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto e apoiada pela EDP Gás. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Agradecimento aos Sapadores Florestais

Equipa de Sapadores Florestais de Santo Tirso (ASVA)
Depois de um verão seco, quente e que vai ficar nas estatísticas pelo grande número de incêndios, área ardida e baixas humanas em luta contra os incêndios, queremos fazer um agradecimento especial aos Sapadores Florestais pelo 'trabalho de formiga' que fazem nas áreas florestais privadas e de gestão pública.

Equipa de Sapadores Florestais de Gondomar (Portucalea)
Os Sapadores Florestais estão sempre lá, no terreno, em vigilância permanente, e felizmente apagam muitos fogachos antes que estes tenham dimensão para chegar à comunicação social e ser notícia de abertura dos telejornais. Por fazerem este trabalho visualmente pouco espetacular (quem faria uma reportagem sobre isto?)  ficam sistematicamente nos bastidores, apesar de fazerem um trabalho essencial na prevenção, controlo inicial e nas fases pós-incêndio.

No âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto - temos contactado com estas equipas em muitas atividades de campo e sabemos que não gostam propriamente de holofotes: são pessoas discretas e ficam sempre na retaguarda, deixando os voluntários estar na linha da frente, mas estão sempre lá para nos ajudar nas tarefas. E para sermos justos são estas equipas que, na maior parte das nossas áreas de intervenção do FUTURO garantem a 'parte de leão' da preparação prévia dos terrenos e da manutenção pós plantação (rega, limpeza de vegetação excessiva, etc.).

Lá diz o ditado que "atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher". Nós arriscamos dizer que "atrás de um grande projeto de voluntariado na floresta há sempre uma grande equipa de Sapadores Florestais". OBRIGADA!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Como estão as nossas árvores na Maia?


Foi a essa pergunta que nove Amig@s da Floresta procuraram responder no sábado passado. Os voluntários estiveram no Parque de Avioso em S. Pedro de Avioso, Maia a avaliar o estado das 198 árvores ripícolas plantadas junto à ribeira do Arquinho (guia de identificação), em outubro de 2011 e fevereiro 2012. A manhã de trabalho começou com a apresentação do local, das seis espécies a avaliar – negrilho (Ulmus minor), salgueiro-negro (Salix atrocinerea), tramazeira (Sorbus aucuparia), freixo (Fraxinus angustifolia), sanguinho-de-água (Frangula alnus) e sabugueiro (Sambucus nigra) e metodologia de trabalho. Em cerca de duas horas a avaliação ficou concluída e houve ainda tempo para colaborar na limpeza das caldeiras em torno das árvores. Em breve, publicaremos aqui os resultados da monitorização, entretanto, veja as FOTOS.

Muito obrigada tod@s que se juntaram a nós nesta manhã de trabalho!

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Câmara Municipal da Maia. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Detalhes para a ação na Maia

Já se inscreveu nesta ação? Se ainda não se inscreveu faça-o aqui.

Data da ação | 21 de setembro 2013
Duração da ação | 09h30-12h00
Localização da ação | Parque de Avioso
Hora e local do encontro dos voluntários | 09h30: Parque de estacionamento poente do Parque de Avioso | São Pedro de Avioso |  +41° 17' 25.81", -8° 36' 34.53"  | Google Mapas
Recomendações especiais para os voluntários | Calçado adequado e vestuário confortável e adaptado às condições climatéricas; luvas; chapeu; água; e lanche (se entenderem).
Descrição da atividade | Manutenção e monitorização da área arborizada

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Câmara Municipal da Maia. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum.

"Clean Up the World" no rio Tinto

No próximo sábado vai decorrer uma ação de limpeza das margens e leito do rio Tinto, proximo das Árvores de Campanhã. Conheça os detalhes aqui.
Esta atividade foi organizada pelo grupo local do Projecto Rios e pela Quercus N. R. Porto e conta com os apoios da Águas do Porto e Junta de Freguesia de Campanhã.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Mais 25.228 árvores nativas e mais cidadania ativa a um ritmo de 38 por semana

Albert Einstein dizia que “nem tudo o que pode ser medido importa, nem tudo o que importa pode ser medido”. E sabemos que o FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto - não se pode reduzir apenas a números e gráficos.

No entanto, entre setembro de 2011 e junho de 2013, reunimos os números possíveis até à data.
Já foram plantadas 25.228 árvores nativas de 24 espécies distintas em 10 municípios da região, totalizando cerca de 88,6 hectares em intervenção (para ter uma referência é uma área maior do que o Parque da Cidade do Porto).

Em média, todas as semanas 38 cidadãos participaram em atividades de criação e cuidado da floresta no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. O número de horas de voluntariado total é equivalente a 16 horas de trabalho por dia, 7 dias por semana, ao longo dos últimos 2 anos!

Anualmente as nossas árvores ‘devolverão’ a cada um dos cidadãos da Área Metropolitana do Porto €0,6 em serviços ecológicos (e somos 1.663.277 de residentes!)

BALANÇO INTEGRAL 2011-2013

Agradecemos a tod@s os que têm colaborado neste projeto com a sua visão positiva e o seu trabalho!

Precisamos de colaboradores para tarefas de monitorização

No âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto - estamos a criar um pequeno grupo de trabalho para monitorizar o sucesso das plantações (taxa de sobrevivência das árvores e arbustos nativos plantados nas várias áreas de intervenção). Neste contexto, procuramos pessoas que já tenham participado em ações de plantação, limpeza, recolha de sementes ou manutenção no âmbito do nosso projeto para desenvolver esta tarefa específica.


O trabalho de campo deve acontecer entre os dias 25 de setembro e 8 de outubro de 2013, em horário laboral. Se estiver interessad@ em colaborar inscreva-se. Contactaremos nos próximos dias para precisar os detalhes.

Asseguramos:
- formação (enquadramento e método de trabalho)
- comparticipação nas despesas de combustível
- seguro específico para o período de trabalho
- compensação pelo trabalho realizado

Critérios de seleção:
- número de ações do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto nas quais tenha participado voluntariamente
- motivação para participar na tarefa (de acordo com justificação dada no formulário de inscrição)
- o tempo decorrido em situação de desemprego é um critério de discriminação positiva
- ter carro próprio que possa usar para as deslocações até aos locais
- ter disponibilidade integral para realizar a tarefa entre os dias 25 de setembro e 8 de outubro de 2013

INSCRIÇÕES

A iniciativa de monitorização da taxa de sobrevivência das árvores nas parcelas do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto é apoiada pela EDP Gás.

Um charco para a Sardoeira

No dia 28 de setembro voltamos à Sardoeira para concluir o charco que foi iniciado no passado dia 14 de junho, numa colaboração entre a Optimus, o FUTURO – projeto das 100.000 árvores e a Campanha Charcos com Vida.

O charco, que está a ser construído numa encosta próxima à área que estamos a reflorestar com espécies nativas, já está em fase de acabamentos. FOTOS | Inscrições.

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Optimus e a Campanha Charcos com Vida (CIBIO). Colabora ainda a Câmara Municipal da Trofa e a ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

'Biotecnologia' de ponta: florestas urbanas

Foto: Marta Pinto
Um interessante artigo de D. Nowak (2006) coloca as florestas urbanas como a melhor 'biotecnologia' disponível para minimizar os efeitos adversos da vida urbana no ambiente e na saúde dos seus residentes.

As florestas urbanas melhoram a qualidade ambiental e a saúde humana no interior e arredores das cidades. Os benefícios quantificáveis (embora não perceptíveis para a maioria dos residentes) acontecem na qualidade do ar, na qualidade da água, na regulação da temperatura, na redução da radiação ultravioleta, entre outras. Por exemplo, a quantidade de poluentes atmosféricos captados pelas florestas urbanas no município de Fuenlabrada, (205.000 habitantes, Área Metropolitana de Madrid, Espanha) atinge 8 toneladas métricas (um valor muito modesto quando comparado com cidades como Nova Iorque, Atlanta, Toronto, já que Fuenlabrada tem uma área urbanizada relativamente pequena). Os principais poluentes captados são o ozono (3 toneladas), as particulas PM10 (3 toneladas) e o dióxido de azoto (2 toneladas).

O autor conclui que a criação de programas de promoção das florestas urbanas é um meio 'biotecnológico' extremamente eficiente para cumprir vários padrões ambientais (de qualidade do ar, da qualidade da água, da redução de gases com efeito de estufa, da redução de consumo de energia...), já que as árvores garantem um serviço múltiplo a um custo único.

Formação Especializada: Espécies Invasoras & Mapa de Avistamentos

Foto: Conceição Almeida
Porque cuidar das nossas florestas urbanas também passa por conhecer, mapear e controlar as espécies de plantas invasoras, 43 pessoas, muitas delas já voluntárias regulares do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, participaram no curso de formação especializada sobre Espécies Invasoras & Mapa de Avistamentos.

Foi nos dias 13 e 14 de setembro que recebemos na Escola Superior de Biotecnologia a equipa do projeto Invasoras.pt para partilhar connosco quais as principais espécies de plantas invasoras e como podemos colaborar no seu mapeamento.

O nosso objetivo é criar um Grupo de Trabalho Voluntário especializado em invasoras na Área Metropolitana do Porto, que para já possa colaborar no mapeamento das espécies no território mas que no futuro possa contribuir igualmente em ações de controlo.
Foto: C. Almeida | Acacia longifolia e
Acacia melanoxylon (cima e em baixo, respetivamente)

Um obrigada à Cristina Morais, Elizabete Marchante e Hélia Marchante pela excelente jornada de formação que nos propiciaram.

FOTOS dia 13 de setembro | FOTOS dia 14 de setembro

Esta iniciativa foi desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto e promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Escola Superior Agrária de Coimbra e o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.

Florestas urbanas e a agenda das cidades

As florestas urbanas podem contribuir significativamente para a agenda das cidades. Relacionam-se diretamente com questões como competitividade, coesão social, mudança de estilos de vida (saúde) e alterações climáticas. Por exemplo, está demonstrado que as cidades com mais áreas verdes (com qualidade) atraem mais talento, inovação, investimento e visitantes.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Portugal e os fogos florestais: um breve facto para reflexão

Foto: Marta Pinto
Ao ler um trabalho de Silva & Catry (2006) gritou-nos um dado que gostariamos de partilhar para reflexão: os fogos florestais aumentaram em Portugal nas duas últimas décadas, ao contrário do que se passa em outros países do sul da Europa. Calculando o rácio entre a área ardida total e a superfície florestal em diferentes paises da União Europeia (entre 1995 e 2004) Portugal fica com o pior lugar das estatísticas. A percentagem de área ardida por superfície florestal total é em Portugal 7 vezes maior do que em Espanha, 24 vezes maior que em França, 5 vezes maior do que em Itália e 6 vezes mais elevada do que na Grécia

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A nossa rentrée* 2013/2014: manutenção e monitorização no Parque de Avioso

No dia 21 de setembro 2013 fazemos a nossa rentrée* na época 2013/2014 com uma atividade de  manutenção e monitorização do estado das árvores plantadas em São Pedro de Avioso (Parque de Avioso, Maia). Nessa área, mesmo ao lado da ribeira do Arquinho, já plantámos 190 árvores de espécies típicas de zonas ribeirinhas. O ano passado, em maio, fizémos manutenção e, em outubro, fizémos retancha. Agora é o momento de voltar ao local para um novo estudo da taxa de sobrevivência e manutenção das árvores.
A ação decorre entre as 9h30 e as 12h00. Comece a pensar em juntar-se a nós (e traga a sua família e amig@s!). É uma excelente oportunidade de conhecer um dos parques urbanos mais bonitos e naturalizados da Área Metropolitana do Porto, criado com base numa antiga quinta maiata.

INSCRIÇÕES (depois de se inscrever receberá um e-mail com todos os detalhes da ação).

*Ao que apuramos a palavra rentrée está mesmo no dicionário da Língua Portuguesa. Estamos sempre a aprender :)

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovida pelo CRE.Porto em colaboração com a Câmara Municipal da Maia.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Colocar as espécies invasoras no mapa: ação de formação

Háquea (Haquea sericea). Foto: Fernando Oliveira
No dia 13 e 14 de setembro de 2013 o CRE.Porto organiza, em parceria com a Escola Superior Agrária de Coimbra e o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, duas ações de formação (*) sobre como identificar e mapear espécies de plantas invasoras.

A componente científica da formação é da responsabilidade de Cristina Morais, Elizabete Marchante e Hélia Marchante. São doutoradas em Biologia, especializadas em espécies invasoras e integram a equipa do projeto Invasoras.pt e  coordenam uma plataforma de ciência participativa que pretende estimular e valorizar a participação ativa do público na recolha de informação sobre a distribuição de plantas invasoras em Portugal (mapa de avistamentos).

Uma invasora é uma espécie exótica, que se expande natural e frequentemente em habitats naturais ou semi-naturais, produzindo alterações significativas ao nível da composição, estrutura ou processos dos ecossistemas, chegando inclusivamente a eliminar outras espécies. Alguns exemplos são as acácias, o chorão-da-praia, os penachos, a háquea. 

O objetivo é que os participantes fiquem a conhecer as espécies de flora invasora, saibam como identificá-la e adquiram competências para colaborar no mapeamento da presença destas espécies no território. Pretende-se criar assim, no âmbito do FUTURO – projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto - um Grupo de Trabalho Voluntário especializado em invasoras que colabore no mapeamento das mesmas nesta região.[inscrições encerradas]

Programa da ação de formação
- Introdução e breve contextualização do problema das espécies invasoras
- Identificação das principais espécies de plantas invasoras que ocorrem em Portugal Continental
- Utilização do mapa interativo on-line e aplicação Android para mapeamento de plantas invasoras

A formação tem a duração de 4 horas, é gratuita e limitada a 20 pessoas por sessão.

Data | 13 de setembro [14h-18h] ou 14 de setembro 2013 [09h-13h] (*)
Local | Escola Superior de Biotecnologia, Porto
Material recomendável para o curso | trazer computador portátil ou equipamento com Android

(*) Cada ação só se realiza com um mínimo de 15 inscritos. Se uma das ações não tiver condições para se realizar convidaremos os inscritos a assistir à ação que se realize. Esteja atent@ ao seu e-mail.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Invasora: chorão-da-praia

Imagem gentilmente cedida por www.invasoras.pt 
O chorão-da-praia (Carpobrotus edulis) é um subarbusto perene, suculento, atingindo vários metros de cumprimento e com floração de março a junho. Em tempos trazida de Africa do Sul para fixação de dunas e taludes, esta planta invasora forma tapetes impenetráveis e promove a acidificação do solo impossibilitando o crescimento de plantas nativas.
Saiba mais sobre esta espécie e os seus riscos e formas de controlo aqui.

Esta divulgação que fazemos no FUTURO – projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto resulta de uma parceria entre o CRE.Porto, a Escola Superior Agrária de Coimbra e o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra no sentido de promover o conhecimento das espécies invasoras na nossa região e colaborar no seu mapeamento.