Nas ações anteriores foram envolvidos nos trabalhos os sapadores florestais e operacionais de espaços verdes, os técnicos superiores dos municípios e colaboradores das empresas parceiras que atuam na região AMP.
terça-feira, 30 de junho de 2015
A melhor forma de combater as plantas invasoras...
Nas ações anteriores foram envolvidos nos trabalhos os sapadores florestais e operacionais de espaços verdes, os técnicos superiores dos municípios e colaboradores das empresas parceiras que atuam na região AMP.
Juntas de Freguesia da Maia treinam competências para controlar as plantas invasoras
A Junta de Freguesia de Moreira, Junta de Freguesia de Nogueira e Silva Escura e a Junta de Freguesia de Castêlo de Maia aceitaram o convite e juntamente com cinco colaboradores da Câmara Municipal da Maia apreenderam como identificar as plantas invasoras mais dispersas na nossa região, quais são os impactos económicos, ambientais e sociais que estas plantas provocam e como agir no terreno de modo as eliminar ou controlar. Os participantes fizeram o descasque de mais algumas acácias (mimosas e austrálias) no Parque de Avioso e após o trabalho prático fez-se ainda uma visita a uma acácia que foi descascada noutra ação do FUTURO e que agora, passados seis meses, se encontra pronta para corte.
Um brinde às Árvores
Apresentamos o relato da visita das Rotas das Árvores e da Floresta a Vila Nova de Gaia (ver convite), através das palavras escritas por um dos 31 participantes, Avelino Gamelas (o único totalista das 10 ações realizadas), a quem muito agradecemos a partilha:
"No passado dia 13 de Junho, com ligeira ameaça de chuva, lá nos encontramos mais uma vez junto à Estação de Metro do Polo Universitário para participarmos na última rota deste ano. Levávamos o coração já inundado de saudade e rodeados, tanto de caras conhecidas como de caras novas, lá partimos, conduzidos por um motorista repetente, o Sr. Victor Vilela, rumo ao Parque Biológico de Gaia.
"No passado dia 13 de Junho, com ligeira ameaça de chuva, lá nos encontramos mais uma vez junto à Estação de Metro do Polo Universitário para participarmos na última rota deste ano. Levávamos o coração já inundado de saudade e rodeados, tanto de caras conhecidas como de caras novas, lá partimos, conduzidos por um motorista repetente, o Sr. Victor Vilela, rumo ao Parque Biológico de Gaia.
Salteadores de pinhas
Apresentamos o relato da visita das Rotas das Árvores e da Floresta ao Porto (ver convite), dinamizada a 6 de junho, através das palavras escritas por uma das 56 participantes, Ana Mineiro (uma grande plantadora de árvores e comedora de paisagens), a quem muito agradecemos a partilha:
"O desafio do projeto Futuro - 100.000 Árvores na Área Metropolitana do Porto para o dia 6 de junho era modesto e singelo: “Tudo sobre Árvores: a sua biologia, lendas e curiosidades. Alguns dos mais magníficos (e desconhecidos) jardins da Cidade. As Quintas do Campo Alegre e os Caminhos do Romântico. E ainda... (re)aprender a desenhar”. Aberta a todos os interessados e incluindo um grupo de urban sketchers, esta Rota das Árvores seria ainda conduzida pelo Prof. Rubim Almeida, ilustre botânico da Universidade do Porto.
O calor apertava quando o grupo se reuniu debaixo de uma extraordinária araucária nos Jardins do Palácio de Cristal, e não seria preciso muito para que ao primeiro débito de nomes estranhos (Araucária heterophylla, Metrosideros excelsa…), relatos sobre tipos de folha ou arengas sobre bolotas e outros penduricalhos que geralmente caem no chão sem ruído a menos que se fale neles, os participantes começassem a anunciar dead lines esquecidas ou casamentos de amigos, para desaparecer debaixo de alguma sombra e ir para casa. Mas não é isso que acontece quando encaramos a EXCELÊNCIA.
"O desafio do projeto Futuro - 100.000 Árvores na Área Metropolitana do Porto para o dia 6 de junho era modesto e singelo: “Tudo sobre Árvores: a sua biologia, lendas e curiosidades. Alguns dos mais magníficos (e desconhecidos) jardins da Cidade. As Quintas do Campo Alegre e os Caminhos do Romântico. E ainda... (re)aprender a desenhar”. Aberta a todos os interessados e incluindo um grupo de urban sketchers, esta Rota das Árvores seria ainda conduzida pelo Prof. Rubim Almeida, ilustre botânico da Universidade do Porto.
O calor apertava quando o grupo se reuniu debaixo de uma extraordinária araucária nos Jardins do Palácio de Cristal, e não seria preciso muito para que ao primeiro débito de nomes estranhos (Araucária heterophylla, Metrosideros excelsa…), relatos sobre tipos de folha ou arengas sobre bolotas e outros penduricalhos que geralmente caem no chão sem ruído a menos que se fale neles, os participantes começassem a anunciar dead lines esquecidas ou casamentos de amigos, para desaparecer debaixo de alguma sombra e ir para casa. Mas não é isso que acontece quando encaramos a EXCELÊNCIA.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Menos 300 acácias em Valongo
O domingo de manhã - 28 de junho - foi passado nas margens da Ribeira de Fontelhas, um afluente do Rio Ferreira, em Sobrado (Valongo). Um grupo de 21 voluntários do FUTURO juntou-se nesta ação para colaborar no controlo de acácias, principalmente da espécie Acacia dealbata, através do método de descasque. Alguns já tinham prática, outros eram iniciados, mas ao fim de alguns minutos já todos estavam a descascar acácias. Estimamos que a manhã tenha rendido o descasque de cerca de 300 mimosas. Estas plantas invasoras serão agora deixadas a "morrer em pé", de modo a garantir a morte não só da parte aérea mas também das raizes.
O plano para aquela parcela de intervenção do FUTURO é plantar as margens com espécies ribeirinhas como sanguinhos de água, freixos, salgueiros e sabugueiros, de modo a contribuir para a reabilitação da galeria ripícola, mas qualquer plantação só acontecerá depois de controladas as invasoras. Em fevereiro de 2016 esperamos já poder ter condições para plantar.
A meio da manhã tivemos direito a um simpático farnel para repor energias: a Raquel trouxe bolo e a Carla trouxe várias embalagens de fruta desidratada da Frueat. Tudo delicioso!
Esta atividade, desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das
100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi organizada pela Câmara
Municipal de Valongo e pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
Matosinhos recebe ação sobre plantas invasoras
No passado 16 de junho realizou-se em Matosinhos mais uma sessão de capacitação-ação do FUTURO sobre plantas invasoras. A ação envolveu no total 30 colaboradores dos Municípios de Matosinhos e do Porto e da empresa Silvapor e teve uma duração de cinco horas.
Durante a ação a Doutora Hélia Marchante, investigadora e docente da Escola Superior Agrária de Coimbra da Universidade de Coimbra, partilhou o seu conhecimento sobre os impactes negativos das plantas invasoras e como identificar as plantas invasoras mais dispersas no nosso território. A especialista deu também a conhecer as características que fazem destas plantas muitas vezes difíceis de eliminar ou controlar, como é o caso da mimosa (Acacia dealbata), da austrália (Acacia melanoxylon), do espanta-lobos (Ailanthus altissima), da robínia (Robinia pseudoacacia), das plumas/penachos (Cortaderia selloana), das canas (Arundo donax) e das azedas (Oxalis pes-caprea). Os intervenientes, além de descobrirem as diferentes metodologias para combater as plantas invasoras, aplicaram o método de descasque num núcleo extensivo de austrálias, onde alguns exemplares têm mais de 80 cm de perímetro. Daqui a meio ano voltaremos ao terreno para verificar se as árvores morreram e, em caso afirmativo, fazer o corte.
Durante a ação a Doutora Hélia Marchante, investigadora e docente da Escola Superior Agrária de Coimbra da Universidade de Coimbra, partilhou o seu conhecimento sobre os impactes negativos das plantas invasoras e como identificar as plantas invasoras mais dispersas no nosso território. A especialista deu também a conhecer as características que fazem destas plantas muitas vezes difíceis de eliminar ou controlar, como é o caso da mimosa (Acacia dealbata), da austrália (Acacia melanoxylon), do espanta-lobos (Ailanthus altissima), da robínia (Robinia pseudoacacia), das plumas/penachos (Cortaderia selloana), das canas (Arundo donax) e das azedas (Oxalis pes-caprea). Os intervenientes, além de descobrirem as diferentes metodologias para combater as plantas invasoras, aplicaram o método de descasque num núcleo extensivo de austrálias, onde alguns exemplares têm mais de 80 cm de perímetro. Daqui a meio ano voltaremos ao terreno para verificar se as árvores morreram e, em caso afirmativo, fazer o corte.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Sonae comemora o espírito de equipa e o ambiente
Obrigada a todos.
Veja as FOTOS. Créditos das fotografias: ©2015MartaMiranda & Sonae
Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pela Câmara Municipal da Maia em colaboração com o CRE.Porto e a Sonae. É cofinanciada pelo ON.2.
Qual foi o melhor sítio para passar o Dia da Criança?
No bosque da Senhora da Hora, é claro! Por isso as professoras e alunos da EB1 do Calvário comemoraram o Dia da Criança entre os carvalhos e medronheiros do FUTURO.
No passado dia 1 de junho os alunos revisitaram o bosque da “Senhora da Hora”, em Nogueira e Silva Escura na Maia, onde estiveram a cuidar das árvores e arbustos plantados na época de plantação anterior, nomeadamente a regá-los, para que não faltasse água nos dias quentes que se fez sentir, e a retirar a vegetação em excesso existente junto às pequenas plantas. Os 50 voluntários também fizeram uma revisão às estacas e colocaram protetores para que as árvores ficassem protegidas.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Detalhes | Valongo | 28 junho
[inscrições encerradas]
Data | 28 de junho 2015
Duração | 9h30-12h30
Público-alvo | Publico-geral, maiores de 16 anos.
Hora e local de encontro dos voluntários | 09h20, margem direita da Ribeira de Fontelhas, onde esta passa sob a Rua S. João de Sobrado (N209), freguesia de Sobrado, Valongo (ponte antes do polígono industrial Miritta)
Coordenadas geográficas do local de encontro | 41°12'03.5"N8°28'15.1"W
Descrição | Controlo de acácia pelo método de descasque.
Recomendações especiais para os voluntários inscritos| Calçado adequado e vestuário adaptado às condições climatéricas; chapéu; luvas de trabalho e tesouras de poda, se tiver.
Data | 28 de junho 2015
Duração | 9h30-12h30
Público-alvo | Publico-geral, maiores de 16 anos.
Hora e local de encontro dos voluntários | 09h20, margem direita da Ribeira de Fontelhas, onde esta passa sob a Rua S. João de Sobrado (N209), freguesia de Sobrado, Valongo (ponte antes do polígono industrial Miritta)
Coordenadas geográficas do local de encontro | 41°12'03.5"N8°28'15.1"W
Descrição | Controlo de acácia pelo método de descasque.
Recomendações especiais para os voluntários inscritos| Calçado adequado e vestuário adaptado às condições climatéricas; chapéu; luvas de trabalho e tesouras de poda, se tiver.
Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é organizada pela Câmara Municipal de Valongo com o apoio do CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
Rali fotográfico
| Fotografia mais votada - Joana Leite |
Foram atribuídos 3 prémios: fotografia mais votada e 2 menções honrosas por seleção do fotógrafo João Nunes da Silva, que acompanhou a ação.
domingo, 21 de junho de 2015
Mais um passo para o "Pulmão Verde do Porto"
Ontem assistimos à formalização do "Pulmão Verde do Porto", um acordo entre os municípios de Gondomar, Paredes, Valongo para criar uma área protegida nas serras que partilham (Santa Justa, Pias, Castiçal, Boneca), sob o auspício da Área Metropolitana do Porto. A assinatura aconteceu simbolicamente no local de encontro entre os 3 municípios.
Ao olhar em redor é muito fácil perceber o potencial da área mas o desafio é grande, principalmente porque o território está literalmente dominado por eucalipto. Há-o a perder de vista. Por isso, o potencial ambiental, paisagístico, de biodiversidade, ecoturismo e lazer destas serras está ainda limitado. Estas últimas palavras são nossas mas foram de algum modo partilhadas pelos protagonistas nos seus discursos, os presidentes dos três municípios: Celso Ferreira, José Manuel Ribeiro e Marco Martins.
Na verdade, nessa manhã, todos sentimos na pele as consequências da falta de uma verdadeira floresta. Estávamos diretamente sob o sol, a temperatura estava alta e não existia qualquer possibilidade de nos protegermos numa sombra. Os solos, pobres e poeirentos, eram levantados pelo vento e lançados sobre nós em leves rajadas. A presença de árvores nativas neste contexto protegeria o solo, refrescaria o ar e ofereceria sombra.
Desejamos o maior sucesso à área protegida a criar e estamos certos que o "FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto" terá um papel fundamental na continuidade da reabilitação deste "Pulmão Verde do Porto", como já tem vindo a fazer, em particular na Serra de Santa Justa.
Ao olhar em redor é muito fácil perceber o potencial da área mas o desafio é grande, principalmente porque o território está literalmente dominado por eucalipto. Há-o a perder de vista. Por isso, o potencial ambiental, paisagístico, de biodiversidade, ecoturismo e lazer destas serras está ainda limitado. Estas últimas palavras são nossas mas foram de algum modo partilhadas pelos protagonistas nos seus discursos, os presidentes dos três municípios: Celso Ferreira, José Manuel Ribeiro e Marco Martins.
Na verdade, nessa manhã, todos sentimos na pele as consequências da falta de uma verdadeira floresta. Estávamos diretamente sob o sol, a temperatura estava alta e não existia qualquer possibilidade de nos protegermos numa sombra. Os solos, pobres e poeirentos, eram levantados pelo vento e lançados sobre nós em leves rajadas. A presença de árvores nativas neste contexto protegeria o solo, refrescaria o ar e ofereceria sombra.
Desejamos o maior sucesso à área protegida a criar e estamos certos que o "FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto" terá um papel fundamental na continuidade da reabilitação deste "Pulmão Verde do Porto", como já tem vindo a fazer, em particular na Serra de Santa Justa.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Campanha de monitorização em curso!
No último mês a equipa do FUTURO voltou a por pés ao caminho e monitorizou as parcelas plantadas na época de 2014/2015. Percorremos os municípios de Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira, Trofa, Vale de Cambra, Valongo e Vila do Conde. Para avaliar o sucesso das nossas intervenções foi colocada em prática a
metodologia definida alguns meses antes com a ajuda do Prof. Nuno
Formigo (FCUP, Cibio/Inbio).O trabalho foi feito dos locais de mais fácil acesso aos mais exigentes, com vegetação alta, silvas espinhosas e muitos fojos. Com a primavera, as chuvas e o calor a vegetação 'explodiu' e as nossas pequenas árvores, de crescimento mais lento e ainda em fase de adaptação à sua nova 'casa' estavam em alguns casos muito bem camufladas. A boa notícia é que na generalidade das parcelas conseguimos observar um bom crescimento das pequenas árvores e algumas delas já não são assim tão pequenas! Além da avaliação do estado das árvores pudemos ainda observar que as campanhas de limpeza das parcelas favoreceram a regeneração natural de espécies nativas que já existiam, como carvalhos e sobreiros.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
S. João da Madeira recebe ação de controlo de invasoras
Ao longo do dia os participantes conheceram os impactos negativos que estas plantas têm sobre os sistemas ecológicos e sob a nossa economia e apreenderam a distinguir as principais plantas invasoras da região, como a austrália (Acacia melanoxylon), mimosa (Acacia dealbata), acácia-de-espigas (Acacia longifolia), espanta-lobos (Ailanthus altissima), tintureira (Phytolacca americana), robínia (Robinia pseudoacacia) e penachos (Cortaderia selloana).
sexta-feira, 12 de junho de 2015
CONVITE | Controlo de Invasoras | Valongo | 28 junho
No dia 28 de junho, durante a manhã, decorre uma ação de controlo de acácias em Sobrado, Valongo. O local definido faz parte do troço de margem da Ribeira de Fontelhas, um afluente do Rio Ferreira, onde predominam as acácias. O objetivo do FUTURO é controlar estas plantas invasoras, nomeadamente através do método de descasque, de forma a possibilitar a plantação de espécies autóctones ribeirinhas na próxima época de plantação, num processo de reabilitação da galeria ripícola.
Nos próximos dias a equipa da Silvapor irá fazer uma seleção de varas para nos deixar já preparado o terreno para um descasque efetivo.
Se tem mais de 16 anos e se já experimentou o método de descasque é a pessoa ideal para participar! Junte-se a nós!
Detalhes & inscrições. (Após a sua inscrição enviaremos recomendações, coordenadas geográficas exatas e outras informações úteis para o seu e-mail)
Esta atividade é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, organizada pela Câmara Municipal de Valongo e pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
Detalhes & inscrições. (Após a sua inscrição enviaremos recomendações, coordenadas geográficas exatas e outras informações úteis para o seu e-mail)
Esta atividade é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, organizada pela Câmara Municipal de Valongo e pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
A cuidar das árvores em Azevedo
O FUTURO no Parque Ambiental do Monte S. Brás
No passado 5 de Junho comemorou-se o Dia Mundial do Ambiente e o FUTURO foi convidado a estar no recente Parque Ambiental do Monte S. Brás, em Matosinhos. O objetivo era partilhar com alguns grupos de crianças de 3º e 4º anos de escolaridade alguns conceitos sobre as florestas urbanas e a sua importância para todos nós.
O jogo da identificação das folhas das árvores nativas fez um grande sucesso e os mais pequeninos puderam desta vez contar com uma “cábula” que serviu para tirar algumas dúvidas e conhecer um pouco melhor algumas as espécies: uma das vitrines expunha o recentemente editado colecionável das árvores do FUTURO. Além da identificação das espécies nativas falamos de sementes, que podem ser “dispersas pelo vento, pela água e pelos animais; especialmente as aves, consideradas um dos grande semeadores de floresta.”, falamos de plantas invasoras “que são como os vilões nos desenhos animados”, colocando em risco a nossa floresta nativa e falamos ainda de produtos da floresta, como o mel. FOTOS
Esta ação foi promovida pela Câmara Municipal de Matosinhos. Colaborou o CRE.Porto.
O jogo da identificação das folhas das árvores nativas fez um grande sucesso e os mais pequeninos puderam desta vez contar com uma “cábula” que serviu para tirar algumas dúvidas e conhecer um pouco melhor algumas as espécies: uma das vitrines expunha o recentemente editado colecionável das árvores do FUTURO. Além da identificação das espécies nativas falamos de sementes, que podem ser “dispersas pelo vento, pela água e pelos animais; especialmente as aves, consideradas um dos grande semeadores de floresta.”, falamos de plantas invasoras “que são como os vilões nos desenhos animados”, colocando em risco a nossa floresta nativa e falamos ainda de produtos da floresta, como o mel. FOTOS
Esta ação foi promovida pela Câmara Municipal de Matosinhos. Colaborou o CRE.Porto.
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Valongo e as fotografias
No último dia do mês de maio, dia 31, as Rotas das Árvores e Florestas da Área Metropolitana do Porto seguiram caminho até Gondomar e Valongo (ver convite). Com o objetivo de conhecermos melhor a biodiversidade das suas serras, o dia começou na Associação da Azenha onde nos foi dado um enquadramento do seu património geológico e biológico e dos esforços em curso para o proteger, por Luís Monteiro, chefe da Divisão de Ordenamento do Território e Ambiente da Câmara Municipal de Valongo e Gilberto Fernandes, adjunto do Vereador José Moreira (Divisão de Desenvolvimento Ambiental) da Câmara Municipal de Gondomar. Ao longo do percurso contamos com a preciosa ajuda da bióloga Raquel Viterbo do município de Valongo e dos biólogos Cláudia, Cristiana e Ricardo de Gondomar.
Ainda durante a sessão de apresentação pudemos ouvir o fotógrafo João Nunes da Silva que, além da apresentação de fotografias lindíssimas das florestas portuguesas, partilhou com todos os presentes um pouco do seu percurso como fotógrafo de natureza. Esta última conversa serviu de mote para relembrar todos os presentes que durante esta manhã da Rota estaria em jogo um “rali fotográfico”, no qual as melhores fotografias (as mais votadas no facebook), seriam premiadas.
Ainda durante a sessão de apresentação pudemos ouvir o fotógrafo João Nunes da Silva que, além da apresentação de fotografias lindíssimas das florestas portuguesas, partilhou com todos os presentes um pouco do seu percurso como fotógrafo de natureza. Esta última conversa serviu de mote para relembrar todos os presentes que durante esta manhã da Rota estaria em jogo um “rali fotográfico”, no qual as melhores fotografias (as mais votadas no facebook), seriam premiadas.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Artes & Ofícios ou a fascinante viagem na Rota das Árvores
"O senhor José chegou a horas com o autocarro, azul e branco, para nos transportar naquilo que viria a ser uma tarde fabulosa!
A T. M. obrigou-nos a quebrar o ritual da partida “impreterível” e, após sete minutos de espera, abalamos sem ela.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Segundo Encontro de Técnicos do FUTURO no Porto
O Segundo Encontro de Técnicos do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto reuniu esta semana 28 dos técnicos envolvidos no projeto com o objetivo de fazer o balanço e o encerramento da Campanha de Plantação 2014/2015 e planear a Campanha 2015/16. O Parque da Cidade do Porto foi o espaço de trabalho escolhido para uma jornada de dia inteiro. A manhã foi reservada para a apresentação do balanço global e para a partilha de experiências entre os participantes. Destaca-se da época 2014/15 a plantação de 29.057 novas árvores nativas em áreas de intervenção do FUTURO, com a colaboração de 2.694 voluntários. Gestão e controlo de plantas invasoras em Santa Maria da Feira
No passado 21 de maio, o Município de Santa Maria da Feira acolheu uma ação de capacitação-ação sobre a gestão e controlo de plantas invasoras. Estiveram envolvidos 18 técnicos superiores dos parceiros do FUTURO dos municípios de Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis e da empresa Engenho e Rio, Lda. Foram apresentadas várias espécies invasoras da região e respetivos métodos de controlo e, no terreno, foi colocado em prática o método de controlo por “descasque” em Acacia melanoxylon (austrália). Os métodos de controlo corte combinado com aplicação de herbicidas e golpe/ injeção de herbicida foram também abordados.
A austrália foi introduzida no país como espécie florestal e fixadora de terrenos. Hoje em dia provoca graves impactes nos ecossistemas, devido às alterações na composição do solo e dos povoamentos muito densos que impedem o desenvolvimento da vegetação nativa, como também representam elevados custos para o seu controlo.
O dia foi frutífero: estes técnicos estão agora mais preparados para planear e agir com eficácia no controlo das plantas invasoras da região. Os trabalhos foram orientados pela Doutora Elizabete Marchante, investigadora e docente do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.
FOTOS Créditos das fotografias: ©2015CRE.Porto
Esta ação foi desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, promovida pelo CRE.Porto, Universidade Católica Portuguesa e Área Metropolitana do Porto, em colaboração com a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, a Escola Superior Agrária de Coimbra / Instituto Politécnico de Coimbra e o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra. É cofinanciada pelo ON.2.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Detalhes | Porto | 6 junho
Data | 6 de junho 2015
Objetivo | Limpar as caldeiras das árvores
Horário | 09h30-12h30
Hora e local de encontro | 09h30, Rua de Azevedo (ponte de Azevedo), Campanhã, Porto | Coordenadas geográficas (Google): 41.1519 -8.5728
Localização | Margem esquerda do rio Tinto, Azevedo, Campanhã.
Acessos para o local | Autocarro 205 (sentido C. Queijo – Campanhã), saída na paragem Bonjóia (N12), ir a pé ≈9 minutos até à ponte Azevedo. Mais informação: STCP
Recomendações especiais a não esquecer | Calçado adequado (galochas de preferência) e vestuário confortável (mangas cumpridas e calças de ganga/ sarja recomendadas para proteger os braços e pernas dos cardos, silvas e urtigas) e adaptado às condições climatéricas; água e lanche (se entenderem), luvas e sacho de mão.
Esta ação é promovida pelo grupo local do Projecto Rios e a Quercus Porto, em colaboração com o CRE.Porto, é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. Nesta área colabora a Águas do Porto e a Câmara Municipal do Porto. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum.
Objetivo | Limpar as caldeiras das árvores
Horário | 09h30-12h30
Hora e local de encontro | 09h30, Rua de Azevedo (ponte de Azevedo), Campanhã, Porto | Coordenadas geográficas (Google): 41.1519 -8.5728
Localização | Margem esquerda do rio Tinto, Azevedo, Campanhã.
Acessos para o local | Autocarro 205 (sentido C. Queijo – Campanhã), saída na paragem Bonjóia (N12), ir a pé ≈9 minutos até à ponte Azevedo. Mais informação: STCP
Recomendações especiais a não esquecer | Calçado adequado (galochas de preferência) e vestuário confortável (mangas cumpridas e calças de ganga/ sarja recomendadas para proteger os braços e pernas dos cardos, silvas e urtigas) e adaptado às condições climatéricas; água e lanche (se entenderem), luvas e sacho de mão.
Esta ação é promovida pelo grupo local do Projecto Rios e a Quercus Porto, em colaboração com o CRE.Porto, é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. Nesta área colabora a Águas do Porto e a Câmara Municipal do Porto. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum.
Os plantadores do FUTURO também apreciam o passado
No sábado (30 de maio) tinhamos uma missão importante a cumprir em Monte Padrão (Santo Tirso): mondar a vegetação em excesso nas caldeiras das árvores do FUTURO. Os 33 voluntários que se juntaram nesta iniciativa também eliminaram a pequena rebentação de eucalipto que era encontrada nas parcelas trabalhadas e lá foram subindo a encosta e deixando para trás as pequenas árvores mais desafogadas. Terminado o trabalho, a Carla, colaboradora da Frueat, e também voluntária neste dia, fez a simpatia de oferecer a todos os participantes um snack de fruta desidratada (pêra, macã de distintas variedades e maça com canela). O snack veio na altura certa para repormos as energias e partirmos para a seguinte etapa da manhã: conhecer a Serra Hidráulica de Pereiras (um engenho hidráulico do Séc. XIX que serrava madeira e moia cereais) e o quase milenar "Rego dos Frades" (de acordo com a documentação existia já na época de D. Afonso Henriques!). Terminamos a jornada com uma foto de grupo no belíssimo Carvalhal de Valinhas e subimos a encosta de Monte Padrão por um percurso pedestre até voltarmos ao local de partida. Uma bela manhã!
Obrigado a tod@s! FOTOS
Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi organizada pela Câmara Municipal de Santo Tirso, CRE.Porto e ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave. É cofinanciada pelo ON.2.
Obrigado a tod@s! FOTOS
Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi organizada pela Câmara Municipal de Santo Tirso, CRE.Porto e ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave. É cofinanciada pelo ON.2.
Árvores
Seguiu-se uma visita à Paisagem Protegida Regional do Litoral de Vila do Conde e Reserva Ornitológica de Mindelo e ao seu recente passadiço, mar de um lado, dunas e mata do outro, a proteger campos agrícolas e os núcleos rurais tradicionais instalados longe do mar.
A gestão de plantas invasoras em Valongo
A sessão foi liderada pela Doutora Elizabete Marchante, investigadora e docente do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, que apresentou as principais plantas invasoras da região e as formas de as identificar e controlar. O planeamento e a implementação de um plano de gestão de áreas invadidas foram destacados como imprescindíveis para o sucesso do controlo destas plantas. Os vários passos para a gestão, desde da prevenção até à monitorização, foram abordados.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
CONVITE | Manutenção | Porto | 6 de junho
Detalhes & inscrições. (Após a sua inscrição enviaremos recomendações, coordenadas geográficas exatas e outras informações úteis para o seu e-mail)
Esta ação é promovida pelo grupo local do Projecto Rios e a Quercus Porto, em colaboração com o CRE.Porto, é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. Nesta área colabora a Águas do Porto e a Câmara Municipal do Porto. As árvores são provenientes do programa Floresta Comum.
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