quinta-feira, 28 de maio de 2015

Desenvolver o espírito de equipa entre árvores do FUTURO


Essa foi a opção da Sonae ao juntar 24 colaboradores da empresa numa atividade de team building que se centrará na manutenção de árvores nativas plantadas em épocas anteriores nas margens do Rio Leça (Maia), no âmbito do FUTURO. A equipa fará a limpeza de excesso de vegetação envolvente às plantas, a revisão dos tutores, a colocação de mangas protetoras e uma rega. A ação acontece no Dia Mundial do Ambiente (5 de junho).

Esta ação surge na sequência de um Acordo de Parceria estabelecido entre a Sonae, a Câmara Municipal da Maia e o CRE.porto, no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto.

A Sonae colaborou no FUTURO, numa ação de plantação no futuro parque de Ponte de Moreira, também nas margens do Rio Leça.

Esta ação é desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, promovida pela Câmara Municipal da Maia em colaboração com o CRE.Porto e a Sonae. É cofinanciada pelo ON.2.

Bosque da Senhora da Hora: haverá melhor sítio para passar o Dia da Criança?


No dia 1 de junho as professoras e alunos da EB1 de Monte Calvário comemoram o Dia Mundial da Criança entre os carvalhos e medronheiros do FUTURO, plantados no bosque da Senhora da Hora (Maia). Haverá melhor atividade para assinalar este dia do que envolver as crianças em atividades a pensar no futuro? Nós adoramos a iniciativa!

As 46 crianças irão passar parte do dia a cuidar de todas as árvores e arbustos existentes, para que não lhes falte proteção e água nos dias quentes que se fazem sentir. No final da ação terão um merecido piquenique para restabelecer as energias para as brincadeiras que seguramente se seguirão.

Esta ação acontece no seguimento da adesão da EB1 de Monte Calvário ao projeto FUTURO, com uma colaboração já concretizada no passado 26 de fevereiro.


A ação foi promovida pela Câmara Municipal da Maia em colaboração com o CRE.Porto, no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. As árvores (todas nativas) são fornecidas pelo Projeto Floresta Comum. É cofinanciada pelo ON.2.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Segundo Encontro de Técnicos do FUTURO

Exatamente oito meses depois do nosso Primeiro Encontro de Técnicos do FUTURO, é tempo de voltar a reunir para fazermos o balanço do passado e começar a planear os próximos meses.

O Encontro decorrerá no Parque da Cidade do Porto no próximo 2 de junho e reunirá os principais técnicos da região diretamente envolvidos na implementação do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, marcando 
o encerramento da Campanha de Plantação 2014/2015, a preparação da relativa a 2015/16.

Destaca a ação de capacitação sobre ‘Reflorestação: adequada seleção de espécies autóctones’, com o objetivo de podermos otimizar as intervenções. Esta capacitação-ação será da responsabilidade do Professor Rubim Almeida, docente e investigador na área da botânica na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e CIBIO / INBIO.

Este encontro desenvolvido no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é promovido pelo CRE.Porto, Universidade Católica Portuguesa e Área Metropolitana do Porto, com o apoio da Câmara Municipal do Porto e com a colaboração graciosa do Professor Rubim Almeida. É cofinanciado pelo ON.2.


Mais 20.000 árvores nativas para o FUTURO


No passado 22 de maio o Viveiro Municipal do Porto foi palco de mais uma importante ocasião para as florestas da Área Metropolitana do Porto. Foi terminada a instalação de uma parte das 20.000 árvores e arbustos autóctones do “FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto” em desenvolvimento neste viveiro desde novembro do ano passado nos canteiros exteriores. O transplante foi sendo realizado ao longo do mês de abril e maio e no dia 22 culminou numa sessão de trabalho na qual participou o Vereador do Pelouro da Inovação e Ambiente da Câmara Municipal do Porto, Filipe Araújo, e representantes dos vários parceiros desta iniciativa.

O FUTURO na Escola Básica de Aver-o-Mar


O dia 24 de Abril foi um dia especial para o "FUTURO vai às escolas", pois neste dia visitamos a última escola deste nosso projeto-piloto iniciado este ano letivo. A última paragem foi na Escola Básica de Aver-o-Mar, na Póvoa de Varzim. Fomos recebidos por um grupo de 54 alunos de 8º ano. Ainda que muito tímidos no início da sessão, ao longo da mesma, foram ganhando confiança nos seus conhecimentos e estudos e a timidez deu lugar a uma boa partilha de conhecimentos. “Será possível existirem florestas dentro da cidade?” perguntamos, ao que um dos alunos respondeu “possível é, mas acho que é pouco comum…”. O facto de os parque urbanos poderem constituir um bom exemplo de florestas urbanas foi o tema que gerou uma interessante e amigável discussão com o grupo. Ao longo deste debate a importância das árvores e florestas urbanas foi reconhecida: “são importantes para que as pessoas da cidade tenham uma melhor qualidade de vida, pois de outra forma podiam não poder estar em contacto com a Natureza”. Aproveitamos esta excelente conclusão para reforçar que essa melhoria da qualidade de vida passa pelo usufruto de muitos dos serviços que a floresta e as infraestruturas verdes nas cidades nos prestam. Fechamos com chave de ouro! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica da Vila


Na tarde de 21 de Abril concluímos as nossas viagens do "FUTURO vai às escolas" pela município da Trofa. A sessão decorreu com uma turma de 23 alunos de 2º e 3º anos muito entusiasmados por nos receberem. O Gonçalo estava muito curioso por saber como era uma floresta na cidade e por isso, quando mostramos fotografias de bosques e parques citadinos, ele comentou, sorrindo, que afinal também já tinha estado numa destas florestas “diferentes”. Ao perguntarmos sobre qual seria uma das árvores que dava bolotas, ouviram-se nomes curiosos, típicos da imaginação das crianças, mas a Míriam não se deixou enganar e recordava-se bem dos “chaparros” que tinha lá no Alentejo. Os colegas ficaram muito surpresos com este nome tão engraçado, mas após explicarmos que um chaparro é um sobreiro, alguns já ficaram mais esclarecidos e outros aprenderam o nome da árvore da qual se retira a cortiça. FOTOS.

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica do Castro

No passado 21 de Abril continuamos as nossas sessões do "FUTURO vai às escolas" em território da Trofa. Desta vez estivemos na Escola Básica do Castro com um grupo de 49 alunos de 8º ano. Em vésperas da celebração do Dia da Terra esta escola fez um trabalho interessante sobre as florestas autóctones que exploramos durante a nossa sessão. Ao falarmos de espécies nativas e exóticas, foram vários os exemplos de plantas mencionados, mas o Tiago foi o mais convicto, referindo que “as exóticas que se comportam como invasoras são as mais perigosas, pois competem com as nativas, crescem muito rápido e o homem tem pouco controlo sobre elas”. O Gonçalo foi colocando questões mais técnicas sobre as florestas e principalmente sobre a importância dos sobreiros para a exportação da cortiça. Já durante a parte prática, ao enumerarmos as curiosidade e utilidades das várias espécies nativas, o Óscar ficou curioso com as bagas do azevinho e a sua toxicidade, tendo concluído que existem animais que conseguem ingeri-las sem que isso lhes cause algum problema. O “cubo mágico” das espécies nativas, construído pelos próprios alunos, foi um excelente livro de campo improvisado, pois nele constavam muitas das espécies que abordamos ao longo da sessão e por isso, conseguimos uma interação fantástica com alunos! Parabéns pela iniciativa! FOTOS.

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

CONVITE | Rotas | Árvores e a Educação | 13 junho 2015

A importância das árvores no ecossistema e na vida do Planeta. A floresta enquanto contexto pedagógico. Visitar Parques e abraçar um tulipeiro com vista para o Douro, perfumado de vinho do Porto. E ainda... aprender a construir um herbário.

Este é o desafio para o dia 13 de junho (sábado, 14h00-20h00), integrado nas Rotas das Árvores e Florestas na Área Metropolitana do Porto. Inscrições já abertas, gratuitas e limitadas.

terça-feira, 26 de maio de 2015

O FUTURO na Escola Básica do Búzio

No dia 17 de Abril terminamos as nossas viagens por Vale de Cambra. Vamos sentir saudades, quer pelas paisagens, quer pelas escolas fantásticas que encontramos. Este dia estava reservado para a Escola Básica do Búzio, onde estivemos numa sala de ginástica, não para exercitar o corpo mas a mente dos alunos dos 3º e 4º anos de escolaridade. Quando questionados sobre o que é uma árvore, não houve hesitação e a resposta foi rápida: “é um ser vivo, uma planta, uma fonte de oxigénio, madeira, sombra e….muito mais coisas”. Depois desta resposta, pouco tivemos que acrescentar para que ficasse ainda mais completa. Depois de desafiarmos todo o grupo a olhar pela janela, para observar as muitas árvores que existiam no recreio da escola, alguns, ainda que timidamente responderam que “se uma árvore 'absorve' assim tanta água e ajuda a prevenir as inundações, a nossa escola é um bom exemplo!”. É pois, garantimos! E continuando a falarsobre os serviços ecológicos que a floresta proporciona, a criação de habitat para os animais foi um dos temas que gerou reboliço porque depois de uma imagem de um esquilo, muitos foram os outros nomes de animais da floresta que começaram a ser ditos. Sem dúvida, a nossa jornada por Vale de Cambra ficará na memória :) FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica de Vila Chã

No dia 17 de Abril rumamos mais uma vez a Vale de Cambra. Desta vez o nosso destino foi a Escola Básica de Vila Chã. Nesta escola estivemos com um grupo de 58 crianças desde o 1º ano até ao 4º ano de escolaridade. Sentadinhos em colchões coloridos, desde os mais pequeninos aos mais velhos, todos quiseram participar e falar da floresta: “As floresta além de nos darem alimentos, como os frutos, também dão alimentos aos animais. Por isso é que são importantes para nós e para eles!”; “Na floresta está sempre a aparecer e a crescer mais vida, por isso é que é um sitio tão rico e bonito!”. Durante o jogo da identificação das folhas pusemos à prova o olhar atento de todos e depois de algumas explicações alguém afirmou: “Ah! Já percebi, temos que olhar muito bem para a folha toda para saber o nome dela, não é?” É isso mesmo :) Através das pistas todos conseguiram identificar a sua árvore nativa e no final da sessão, mesmo quando baralharmos todas as folhas, não ficou uma por adivinhar, mesmo as de "nomes mais difíceis”. FOTOS.

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica da Praça

No dia 15 de Abril, continuamos a conhecer as freguesias de Vale de Cambra e desta vez, estivemos na Escola Básica da Praça, em Macieira de Cambra. A escola que nos acolheu é seguramente um “monumento vivo” nesta vila, pois os alunos continuam a dar vida a este edifício construído em 1913 pelo grande patrono da vila, Luiz Bernardo de Almeida. Esta escola - escola modelo - foi uma das primeiras a ter balneários e água corrente no distrito de Aveiro. Estes e muitos outros factos foram contados pela professora Judite Costa, a quem agradecemos toda a partilha de conhecimento sobre a história desta escola e desta vila. Já no auditório, um grupo de 51 alunos do 1º ciclo esteve muito atento e participativo durante toda a sessão. “As árvores são importantes para (ouviu-se uma grande inspiração) respirarmos melhor!” disse uma menina de apenas 6 anos; já a Eduarda do 4º ano, completou que “podemos e devemos ter florestas nas cidades, mesmo quando são pequeninas, para as pessoas que vivem na cidade poderem passear e viver melhor”. O João, que participou na ação de plantação no dia 21 de Março promovida pelo FUTURO em Vale Cambra, reconheceu algumas das folhas das árvores e foi um ávido participante durante toda a sessão. No final, ainda pudemos contemplar as tílias centenárias no recreio da escola. FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica das Dairas

Ferreira de Castro, famoso escritor Português, referiu-se a Vale de Cambra como a “Suíça Francesa”, pelos seus campos e paisagens verdejantes. Durante a nossa visita à Escola Básica das Dairas, no dia 15 de Abril, para mais uma sessão do “FUTURO vai às escolas” pudemos observar isso mesmo.
Ao entrar na escola sentimo-nos como se estivéssemos a entrar dentro de uma pequena floresta, onde não faltavam imponentes pinheiros bravos (Pinus pinaster), bordos (Acer pseudoplatanus), várias espécies de acers, olaias (Cercis siliquastrum), entre muitas outras espécies. Ao falarmos do desenvolvimento das cidades como uma das ameaças às florestas,  um dos alunos do 2º ciclo respondeu: “Quando construíram esta escola, tiveram que cortar o mato e as árvores, e isso foi mau, mas depois, deixaram as árvores voltar a crescer e agora já não se nota tanto a presença da escola. Se nas cidades se fizesse sempre isso podíamos ter sempre árvores e florestas perto de nós”. Este foi sem dúvida um dos comentários que melhor resumiu a história e a paisagem desta escola. “A floresta também é importante para nos sentirmos bem, sermos mais felizes e aprendermos mais sobre plantas e animais” acrescentou a Ana Maria. Talvez pela grande riqueza de espécies dentro da escola e pelos trabalhos feitos com os professores, a identificação de algumas espécies nativas foi uma tarefa fácil. No final da sessão, no “Parque das Carvalhas” que se encontra mesmo em frente à escola, pudemos contemplar e fotografar um exemplar lindíssimo de carvalho alvarinho (Quercus robur) centenário, que mereceu o nosso abraço! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO na Escola Básica/JI do Picoto


“As florestas podem ter diferentes aspetos e tamanhos, desde as grandes e densas, com árvores altas e muitos animais grandes, até aos matos, com arbustos e plantas mais pequenas”. Esta foi a rápida descrição de floresta feita pelo João, de 7 anos, da Escola Básica do Picoto, em Oliveira de Azeméis. Ao longo desta sessão que decorreu no dia 10 de abril, com um grupo de 46 alunos de 1º ciclo, muitos outros meninos quiseram falar um pouco sobre o que conheciam da floresta e aproveitamos até para conversar sobre as árvores nativas que tinham no jardim da sua escola, como o bordo, o carvalho e o castanheiro. Contaram-nos ainda que no natal a Escola adotou um pequeno azevinho.
Sobre o ciclo de vida das árvores, ouviu-se em voz baixinha que “as árvores nascem como nós e crescem como nós, pois começam muito pequeninas e depois ficam grandes e fortes”. Durante a apresentação, perante uma imagem de um menino a abraçar um árvore e após termos perguntado o que aquela imagem lhes sugeria, o João, mais uma vez de mão bem esticada acrescentou que: “ao abraçarmos uma árvore é como se estivéssemos a abraçar uma pessoa, porque uma árvore também é um ser vivo como nós! Por isso o menino a abraçar a árvore é como se estivesse a abraçar outro amigo”. Ao longo de toda a sessão pudemos contar ainda com a presença da Eng. Cláudia Azevedo e do Eng. Álvaro Coelho, da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO no Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva

No dia 10 de Abril visitamos o Agrupamento de Escolas Dr. Ferreira da Silva, Oliveira de Azeméis. Estivemos à conversa com um grupo de 26 alunos do 5º ao 9º ano de escolaridade das escolas EB Comendador Ângelo Azevedo e EB e Secundária Dr. Ferreira da Silva. Apesar do grupo pequeno e muito heterogéneo o interesse de todos foi equivalente. Os mais novos aprenderam conceitos novos e os mais velhos puderam recordá-los e esclarecer dúvidas. Ao falarmos de serviços de ecossistemas e sobre a melhoria da qualidade de vida resultante da presença de manchas verdes, desafiamos os alunos a olhar pela janela e observar a paisagem que rodeia a escola. A grande mancha florestal que circunda o edifício serviu para explicar melhor o conceito de floresta urbana ou floresta de proximidade e, no final, em jeito de conclusão ouviu-se uma expressão viva de uma das alunas: “Afinal, temos sorte por morar num sitio como este!”. FOTOS.

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

O FUTURO no Centro Escolar de Arões-Junqueira

No dia 8 de Abril, o FUTURO continuou a sua jornada pelo município de Vale de Cambra e foi até ao Centro Escolar de Arões-Junqueira. Nesta escola, bem no coração da Serra da Freita, estivemos com 48 alunos do primeiro ciclo e as suas professoras. Mais uma vez, o principal tema de conversa foi sobre a importância da floresta e o sobre o que ela representa para todos nós. Apesar da sua tenra idade, neste debate houve quem acrescentasse que “a floresta também é importante para o turismo no nosso País e há quem venha de longe para conhecer a nossa Serra!”. Durante o "jogo das folhas" houve tempo para alguns pequenos especialistas identificarem por si só algumas das espécies de árvores nativas da nossa região. As preferidas foram o carvalho-alvarinho, o azevinho, o castanheiro e o pinheiro manso. Talvez por estas árvores estarem muito presentes no quotidiano de muitas destas crianças, nenhuma teve dúvidas e responderam quase todas num coro bem sincronizado o respectivo nome, assim que mostramos a folha! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.
 

O FUTURO na Escola Básica das Areias

“A floresta também nos transmite sensações, de arrepio por exemplo, quando de noite vemos e ouvimos animais especiais que só saem quando está escuro!”. Esta, foi uma das respostas à pergunta sobre qual a importância das florestas, durante a nossa visita à  Escola Básica das Areias, em Vale de Cambra, no dia 8 de Abril. Nesta escola estivemos com 58 alunos do  2º ao 4º anos de escolaridade. Ao falarmos sobre florestas rapidamente os alunos concluíram que eram uns  privilegiados por estudarem e morarem tão perto de uma das mais bonitas serras do nosso País, a Serra da Freita. Durante a sessão não falamos só das sensações que a floresta transmite, também se falou na cor que ela dá à paisagem, nos sons que conseguimos ouvir e nos produtos que conseguimos extrair para o nosso quotidiano.

Ao apresentarmos o FUTURO e explicar que também plantamos na Serra da Freita a pergunta foi imediata: “Mas vocês também vêm plantar aqui? Na nossa serra?” perguntou o Tomás com surpresa! FOTOS

Esta ação desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, foi promovida pelo CRE.Porto. É cofinanciada pelo ON.2.

Sempre alerta!

É o lema dos escuteiros. Sempre preparados para servir, incluindo ajudar a melhorar o ambiente. Desta vez, e no Dia da Árvore (21 de março) vieram de Gaia e da Maia para cuidar da floresta na Trofa, mais precisamente na Quinta da Sardoeira, juntando-se a mais voluntários (no total fomos cerca de 80). Cuidamos das árvores plantadas nas ações anteriores, colocando estacas para as sinalizar (cerca de 600). Ainda deu tempo para dar entrevistas para o Porto Canal e plantar 20 medronheiros. Bem haja a todos!

FOTOS

Esta atividade foi desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, organizada pela Câmara Municipal da Trofa e o CRE.Porto em colaboração com a Associação de Silvicultores do Vale do Ave, a Associação para a Protecção do Vale do Coronado, a AMO Portugal - Trofa. As árvores (todas nativas) são fornecidas pelo Projeto Floresta Comum. É cofinanciada pelo ON.2.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Mar de nuvens

Desta vez fomos de camioneta para a Serra da Freita, cuidar das árvores plantadas nos últimos anos. Por isso pudemos apreciar bem as vistas na subida: um imenso mar de nuvens de onde emergiam os cumes mais altos, semelhantes a ilhas. O dia 10 de maio acordou lindo e todos demos graças por ter aceite o convite.

Após uma introdução ao tema pelos nossos anfitriões, Marta Pinto do FUTURO e Manuel Rainha do ICNF, que nos explicaram o que íamos fazer, como e porquê, chegou o momento de arregaçar as mangas, que o dia estava quente e o trabalho era muito: encontrar as árvores nativas plantadas, libertá-las do manto de silvas e tojo que as abafava, reforçar a estaca de sinalização e a caldeira, e desejar a melhor das sortes. Não faltou o que fazer aos cerca de 50 voluntários.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Mnham Mnham

O dia 8 de maio foi dedicado a Matosinhos e à Agricultura, integrado nas Rotas das Árvores e Florestas da Área Metropolitana do Porto. Começamos por explorar a Quinta de São Gens, na Senhora da Hora. Quem a vê por fora não imagina o fabuloso arboreto que aqui está em desenvolvimento, nem o know-how de quem cá trabalha e se dedica às florestas ou à agricultura (serviços da DRAPN).

Tivemos o privilégio de contar com uma acolhedora receção (Jorge Fernandes), uma apresentação sobre a importância das árvores na agricultura da nossa região (Augusto Assunção) e uma visita guiada às espécies aqui plantadas, maioritariamente em 2004 (Ivo Gomes) e que acabaram com a praga de ratos. Sabia que no Norte somos responsáveis por 85% da produção nacional de castanha (variedades padrela, soutos da lapa, longal...)? E que o arco e flechas do Robin de Bosques eram feitos de Teixo?

terça-feira, 19 de maio de 2015

Queremos uma floresta Portuguesa, com certeza!

No passado 9 de Maio, o FUTURO foi até ao Centro de Educação Ambiental da Quinta do Covelo para participar no programa “Ambiente em Família” promovido pelo Município do Porto. Seguindo o mote “Queremos uma floresta Portuguesa, com certeza!” exploraramos a importância da floresta nativa com avós, pais, filhos e netos. Falamos das espécies nativas e de alguns dos seus benefícios económicos, mas principalmente sociais e ecológicos.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

CONVITE | Santo Tirso | 30 maio 2015

Na próxima manhã de sábado de 30 de maio regressaremos a Monte Padrão, em Santo Tirso, para mondar a vegetação em excesso nas caldeiras das árvores do FUTURO. O tempo primaveril tem favorecido o crescimento das plantas e há necessidade de retirar as que estão a competir com as pequenas árvores.

Começaremos às 9h00 e pelas 11h15 daremos por encerrada esta tarefa para iniciar um pequeno percurso pedestre até Pereiras onde visitaremos a Serra Hidráulica de Pereiras e o Rego dos Frades. A Serra constitui um notável exemplo da arquitetura pré-industrial, localiza-se na margem esquerda do rio Leça e foi construída no final do séc. XIX. O Rego dos Frades, cuja construção remonta à época medieval, é uma interessante obra de engenharia hidráulica e constitui um imóvel singular na área geográfica do concelho.

Detalhes & inscrições. (Após a sua inscrição enviaremos recomendações, coordenadas geográficas exatas e outras informações úteis para o seu e-mail)
Transporte não incluido.

Esta atividade desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, é organizada pela Câmara Municipal de Santo Tirso, CRE.Porto e ASVA – Associação de Silvicultores do Vale do Ave. É cofinanciada pelo ON.2.

Água e rocha dá vida

O dia 26 de abril começou cedo para os participantes das Rotas das Árvores e Florestas, que ignoraram as previsões de mau tempo para o dia e partiram à descoberta da magia das árvores de Vale de Cambra.

O primeiro destino foi o lugar da Lomba, na freguesia de Arões, localizada a 550m de altitude na vertente Sul da Serra da Freita. Esta aldeia de xisto tem uma vista privilegiada para os vales encaixados das ribeiras das Estacas e das Macieiras e para os montes circundantes que se encontram “pintados” de amarelo, roxo e branco, por causa do tojo, carqueja, urze e giesta.

Da Lomba, percorremos veredas até à aldeia abandonada das Porqueiras onde ficamos deslumbrados com o local onde a ribeira de Agualva rasga as encostas de carvalhais e cai em “escadaria” de uma altura de 15m. De regresso à Lomba, visitamos um núcleo de canastros (espigueiros) em fila e a Capela da Nossa Senhora dos Milagres, muito estimada pelos simpáticos habitantes.

O almoço foi no Festival Gastronómico da Vitela da Raça Arouquesa na cidade de Vale de Cambra onde pudemos também adquirir produtos da região, como o mel e os doces típicos - “Calambrias”.

CONVITE | Rotas | Árvores e a História | 6 junho 2015

Tudo sobre Árvores: a sua biologia, lendas e curiosidades. Alguns dos mais magníficos (e desconhecidos) jardins da Cidade. As Quintas do Campo Alegre e os Caminhos do Romântico. E ainda... (re)aprender a desenhar.

Este é o desafio para o dia 6 de junho (sábado, 14h00-20h00), integrado nas Rotas das Árvores e Florestas na Área Metropolitana do Porto. Inscrições já abertas, gratuitas e limitadas.

Triplo método de controlo de acácias em ação em Vale de Cambra

No passado 7 de maio, o Município de Vale de Cambra acolheu uma ação de capacitação para operacionais sobre "Controlo eficiente de plantas invasoras” organizada no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. Além dos colaboradores municipais, que atuam nos espaços verdes urbanos e florestais, participaram ainda operacionais e sapadores florestais dos municípios vizinhos de Arouca e Oliveira de Azeméis, num total de 28 pessoas que trabalham na linha da frente no controlo às espécies invasoras.

Colégio Novo da Maia cuida das árvores do Leça

 Depois dos alunos da Professora Juliana Machado, do 5º ano do Colégio Novo da Maia, participarem na sessão do projeto “O FUTURO vai às ESCOLAS” realizada em janeiro, surgiu logo a vontade de aprender “ao vivo” como cuidar da floresta.

Assim, na tarde de 13 de maio, esta turma visitou o troço “Jardiland”, área do FUTURO - projeto das 100.000 árvores, para uma ação de manutenção das árvores e arbustos plantados ao longo da margem do rio Leça. Os 32 jovens participantes limparam as caldeiras em 27 árvores, retirando a vegetação em excesso, fizeram uma revisão aos tutores e colocaram protetores nas árvores. Foi uma tarde muito bem passada!

Veja as FOTOS Créditos das fotografias: ©2015MartaMirandaPereira e professoras


Esta atividade foi desenvolvida no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, organizada pela Câmara Municipal da Maia, com a colaboração do CRE.Porto. As árvores (todas nativas) são fornecidas pelo Projeto Floresta Comum. É cofinanciada pelo ON.2.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Controlo de plantas invasoras na ordem do dia

No passado dia 6 de maio, 31 operacionais de manutenção de espaços verdes do Município da Maia e da Lipor, bem como os respetivos encarregados e gestores, participaram na iniciativa de capacitação-ação sobre "Controlo eficiente de plantas invasoras”, organizada no âmbito do FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto e que decorreu nas instalações da Jardiland - Maia.

A ação deu a conhecer as plantas invasoras dominantes da região aos colaboradores que estão na primeira linha de ação com o objetivo de capacitar sobre os métodos de controlo mais adequados. A componente prática da ação decorreu nas margens do Rio Leça (junto à Jardiland), onde os participantes aplicaram de imediato estes métodos de controlo de plantas invasoras, nomeadamente o “descasque” de mimosas (Acacia dealbata).

segunda-feira, 11 de maio de 2015

CONVITE | Rotas | Árvores e a Biodiversidade | 31 maio 2015

Árvores protegidas e que nos protegem. Caminhar ao longo de um rio e visitar uma pequena aldeia às portas do Porto. Participar num rali fotográfico. Saborear a biodiversidade. E ainda... aprender a gerir a floresta e a usufruir das serras.

Este é o desafio para o dia 31 de maio (domingo, 09h00-13h30), integrado nas Rotas das Árvores e Florestas na Área Metropolitana do Porto. Inscrições já abertas, gratuitas e limitadas. Transporte assegurado a partir do Porto.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Controlo de plantas invasoras: mais sete campos de trabalho para técnicos e operacionais

Para expandir o coberto nativo na Área Metropolitana do Porto sabemos que, para além de manter áreas onde a regeneração natural possa acontecer e de plantar árvores nativas, há que manter controlada a vegetação invasora. As mimosas, mimosa, háqueas-picantes, ervas-das-pampas e muitas outras plantas invasoras dominam uma parte importante do nosso território. Por isso é fundamental desenhar planos de controlo adequados e implementá-los no terreno. Com esse objetivo em mente o FUTURO - projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto - organiza vários campos de trabalho para técnicos e operacionais ligados aos municípios, juntas de freguesia e outras entidades com competências na gestão da vegetação em áreas públicas. Entre os dias 6 de maio e 19 de junho irão decorrer 7 campos de trabalho nos municípios da Maia, Vale de Cambra, Santa Maria da Feira, S. João da Madeira, Matosinhos e Valongo. Aos técnicos e operacionais destes municípios juntam-se os dos vizinhos (Arouca, Espinho, Gondomar, Oliveira de Azeméis, Paredes, Porto, Póvoa de Varzim, Trofa, Santo Tirso,Vila do Conde, Vila Nova de Gaia).

CONVITE | “Identificação e Controlo de Plantas Invasoras“ | 20 junho 2015

Mimosas, austrálias, bons-dias, penachos, erva-da-fortuna e háquea-picante serão algumas das plantas invasoras com as quais trabalharemos no próximo campo de trabalho do FUTURO a decorrer no dia 20 de junho em Valongo. Além de alargar os conhecimentos sobre estas espécies invasoras e os riscos associados, os participantes poderão colaborar no controlo de algumas destas plantas na área da Serra de Santa Justa, utilizando os métodos de controlo mais adequados.

Este campo de trabalho, com a duração de 5 horas, tem uma componente teórica que decorrerá no Centro de Interpretação Ambiental e uma parte prática que se realizará na Serra de Santa Justa. A Profª Elizabete Marchante, do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, especialista em plantas invasoras, liderará os trabalhos.

Ação para maiores de 16 anos. Inscrições limitadas. 20 vagas serão prioritariamente atribuída a Plantadores do FUTURO